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AEAA presente na Diretoria do CREA-SP

O CREA-SP realizou no último dia 18 de Janeiro, antes de sua primeira Sessão Plenária do ano, a tradicional cerimônia de Posse dos Conselheiros para a Renovação do Terço.

Representanto a AEAA a Engª. Civil Lenita Secco Brandão foi eleita Conselheira titular do CREA-SP e o Engº Civil e Ambiental Bruno Rodrigues Factore foi eleito Conselheiro suplente.

No mesmo dia foi feita a eleição da nova diretoria e a Engª. Civil Lenita Secco Brandão foi eleita Diretora Financeira Adjunta.

Desta forma fortalecemos o nome da nossa entidade junto ao Conselho Regional e Federal.

 

 


Tecnologia e a engenharia andando lado a lado podem salvar vidas e contribuir para um presente mais sustentável. Assista os vídeos e entenda a importância deles para o nosso dia a dia.

Emergência e o uso da Tecnologia

 

 


Zonas Úmidas

As áreas úmidas são complexos ecossistemas que englobam desde as áreas marinhas e costeiras até as continentais e as artificiais. Alguns exemplos são os lagos, manguezais, pântanos e também áreas irrigadas para agricultura, reservatórios de hidrelétricas etc. Segundo definição da Convenção de Ramsar, é considerada zona úmida toda extensão de pântanos, charcos e turfas, ou superfícies cobertas de água, de regime natural ou artificial, permanentes ou temporárias, contendo água parada ou corrente, doce, salobra ou salgada, e áreas marinhas com profundidade de até seis metros, em situação de maré baixa.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, as zonas úmidas fornecem serviços ecológicos fundamentais para as espécies de fauna e flora e para o bem-estar de populações humanas. Além de regular o regime hídrico de vastas regiões, essas áreas funcionam como fonte de biodiversidade em todos os níveis, cumprindo ainda papel relevante de caráter econômico, cultural e recreativo. Ao mesmo tempo, atendem necessidades de água e alimentação para uma ampla variedade de espécies e para comunidades humanas rurais e urbanas. As áreas úmidas são social e economicamente insubstituíveis, ainda, por conter inundações, permitir a recarga de aquíferos, reter nutrientes, purificar a água e estabilizar zonas costeiras. O colapso desses serviços, decorrente da destruição das zonas úmidas, pode resultar em desastres ambientais com elevados custos em termos de vidas humanas e em termos econômicos.

Os ambientes úmidos também cumprem um papel vital no processo de adaptação e mitigação das mudanças climáticas, uma vez que muitos desses ambientes são grandes reservatórios de carbono. O futuro da humanidade depende das áreas úmidas.

Além do Parque Nacional do Pantanal Matogrossense (MT), o Brasil possui outras 10 áreas classificadas como Sítios Ramsar (áreas úmidas de importância mundial): Estação Ecológica Mamirauá (AM), Parque Nacional do Araguaia (TO), Área de Proteção Ambiental das Reentrâncias Maranhenses (MA), Área de Proteção Ambiental da Baixada Maranhense (MA), Parque Estadual Marinho do Parcel de Manoel Luz (MA), Parque Nacional da Lagoa do Peixe (RS), Reserva Particular do Patrimônio Natural SESC Pantanal (MT), Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda Rio Negro (MS), Parque Estadual do Rio Doce (MG), Parque Nacional Marinho dos Abrolhos (BA).

A sociedade em geral ainda não conhece todos os benefícios das áreas úmidas. Na verdade, as áreas úmidas podem ser comparadas a áreas abandonadas, em que se pode cobrir ou converter para ser usada com outra finalidade. Os cientistas estimam que 64% das áreas úmidas mundiais já desapareceram desde 1900.

fonte:http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/questoes_ambientais/areas_umidas/

 


Jantar da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Americana

A Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Americana realizou, no dia 17 de Outubro, a 25ª edição do jantar comemorando os trabalhos e projetos de 2016.

A 25ª edição do Jantar dos Engenheiros e Arquitetos de Americana foi um sucesso. O evento, para 230 convidados, aconteceu no Classic Hall e foi marcado especialmente pela posse da nova diretoria eleita em agosto, para o biênio 2016/2018.

Entre os pontos altos da noite, algumas presenças ilustres como do atual presidente do Crea/SP (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo), o engenheiro Vinícius Marchese Marinelli, e do presidente do Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia), o engenheiro José Tadeu da Silva. Fundada em 4 de julho de 1977, a AEAA possui atualmente cerca de 170 associados, que desde a posse contam com a direção do engenheiro eletricista Renato Archanjo de Castro. Como prioridade, a nova diretoria pretende continuar representando dignamente os profissionais da área junto à sociedade americanense, aos Conselhos de Engenharia e Arquitetura, ao Fórum de Desenvolvimento e Cidadania de Americana, e ainda aumentar a participação e integração de nossos associados através de palestras, cursos, eventos técnicos/esportivos, caminhadas ecológicas e até mesmo happy-hour. Boa sorte!

Fonte: Jornal Tododia

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Associação de Americana promoveu cursos sobre normas técnicas em Dezembro

A Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Americana – AEAA promoveu em dezembro o Encontro de Engenharia – Normas Técnicas, com cursos voltados às áreas de Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas e Segurança do Trabalho na Indústria da Construção.

Fonte: AEAA